quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Eles

João não se dava bem com os outros meninos
Até conhecer Sun, que também tinha poucas, mas boas amigas.
Juntos conheceram a amizade, o riso, o choro, todas as etapas até chegar ao amor.
Foram adultos, crianças e mesmo assim continuaram sendo eles.

Sem olhar pra traz

A Isabel disse a noite de luar:
-- Gosto de sonhar, mas acho que sonho muito.
A lua coçou a cabeça e respondeu:
-- Bobagem
Confusa e sem respostas concretas a garota viu a luz.
E o amanhecer deixou a mensagem...
-- É tempo de recomeçar.

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Guardar faz mal

Sobre as coisas não ditas e talvez, aquelas que parecem ditas.
Amo contradições é a questão do amor e ódio, duas contradições que são uma coisa só.
As coincidências também me fascinam.
Ninguém irá entender... O escrito é apenas para ser lido.
Escrevo sobre ficção, coisas da minha imaginação.
Como um sino da igreja, tocada pelo Corcunda de Notre Dame, as palavras vem tocando.
Aleatórias, batem, insistem em sair e não há alternativa, além de registrar.

Nota

Escrever é a forma que a mente encontra de se expressar e viajar.
Falei do “mundo de Fabi” em outra postagem, devo ter escrito “estranho” mundo, enfim, não vem ao caso.
Mas, sou feliz nesse meu mundo, com letras, livros, amigos, paisagens e uma pontinha de tristeza.
Afinal, vida boa, vida ruim, sempre foi e sempre vai ser assim.

sábado, 23 de agosto de 2014

O porquê de escrever

Não lembro muito sobre livros, cresci ouvindo músicas e decorando ás.
Dos livros lembro-me dos títulos e alguns autores... “A Bolsa Amarela”, “Quem tem medo fica de fora”, “Droga da Obediência”, “Depois daquela viagem”, “O Diário de Anne Frank”, “Guia de Sobrevivência Familiar” (naquela fase da pré adolescência, porém não indico esse), “O Caçador de pipas”, “O Pequeno Príncipe”, "Duas vidas Dois destinos", entre tantos outros, dos quais não me lembro de trechos, mas da ideia do final feliz.
Dos autores as reflexões Shakespearianas, a infância de Lígia Bojunga Nunes, a tristeza de Oscar Wilde, a ficção de Dan Brown e algumas verdades de jornalistas.
Não sei se aprendi a escrever do jeito “certo”, só sei que gosto de escrever e por muito tempo tive vergonha disso. Fazia pequenas anotações, um poema lá e cá.
Eu queria ser lida sem ser percebida ou analisada. Mas, aprendi – fora da faculdade- que isso é impossível. De um jeito ou de outro sempre somos analisados e percebidos pelo simples fato de viver.
Voltar a escrever nesse blog hoje foi um desafio, porém, acredito que necessário...
Cada pessoa tem um vício nessa vida, ou vários, seja ele químico, alguma mania, algum hábito, mas temos! E o meu foi deixado de lado por não acreditar em mim mesma.
Volto a escrever pela necessidade de me encontrar... Melhor, pela necessidade de me firmar!

Liberdade

Não poderia começar esse texto com outro título...
Um belo dia você acorda e percebe que as suas decisões não são suas
Que as escolhas nem sempre foram boas e que o castelo de vidro sempre foi a sua moradia
O mundo de sonhos não é tão lindo quanto nos filmes
E o pesadelo é consequência.
Entre saudade e esperança você caminha e reflete
Pensar demais, talvez, seja o maior problema - disse a garota à vida.
Vá e cresça! – disse a vida como resposta.
E a garota abaixou a cabeça e chorou, pedindo a Deus que a ajudasse.

sábado, 3 de novembro de 2012

Longe e ao lado

Tão, tão, tão...
“Se você quiser alguém para amar ainda, hoje não vai dar, não vou estar. Te indico alguém”. (Cícero- Açúcar ou adoçante?)
Enquanto na minha vida as perguntas são: amor, paixão ou ilusão? Não sei, não sei se foi bom te rever. Só sei que o mundo é mais meu ao seu lado.
Tantas músicas, tantos planos, gostaria de apresentar um a um, uma a uma, até aquelas (músicas) e aqueles (planos) que nem eu conheço.
“Fica um pouco mais, que tal mais um café?” no nosso caso seria, que tal mais uma cerveja.
E esse choro engasgado? Essas dúvidas girando... Vontade de desabar, fugir, desmoronar, talvez, essa seria a palavra certa. Um novo amor curaria? Não sei.
Os amores platônicos sempre foram mais reais.
Saudade.
Gostaria de não gostar de você, mas o simples fato de gostar tanto de você não me deixa espaço para sentir mais nada, nem mesmo alguma vontade que não venha do coração.